SPORT RECIFE

Sport em busca do penta e de olho no hexa

 

Aldo CarneiroAldo Carneiro

pesar do rebaixamento para a Série B do Campeonato Brasileiro, o Sport entra no Campeonato Pernambucano 2010 como favorito e vai brigar com todas as forças para conquistar o penta. O título tem um sabor a mais, pois em 2011 o Leão iria brigar pelo hexa e por fim ao feito do rival Náutico, único time que conquistou seis títulos pernambucanos seguidos.

Apesar disso, o discurso na Ilha do Retiro é de um passo de cada vez. “Estamos pensando em fazer um bom jogo logo na estreia para depois ir em busca do título”, falou o treinador da  equipe, Givanildo Oliveira.

Uma série de problemas internos pode dificultar a caminhada do Leão. O time começou a pré-temporada no final de dezembro tempo muito curto, como considera o treinador. Como se isso não bastasse, o time perdeu 14 jogadores. Entre eles, algumas peças importantes.

As ausências do zagueiro e ex-capitão da equipe, Durval, e a do lateral-direito Moacir, devem ser as mais sentidas. O primeiro, que levantou a taça de campeão da Copa do Brasil 2008, não renovou seu contrato, e acabou acertando sua ida para o Santos. Já o segundo foi negociado com o Corinthians.

Por outro lado, a volta do volante Daniel Paulista, que passou seis meses afastado dos gramados por conta de uma lesão no joelho, pode fazer com que a defesa rubro-negra volte a ter a mesma confiança da temporada retrasada. Outro pilar da equipe é o goleiro Magrão, que conseguiu ser um dos poucos jogadores que manteve a regularidade durante a campanha que culminou no rebaixamento do Sport.

Além das caras já conhecidas pela torcida, oito reforços foram contratados para o início da temporada. Entre eles está o atacante Nadson, o Nadgol, que chegou com pinta de artilheiro. “A minha banda, lá na Bahia, fez uma música para mim”. O que diz a letra? O refrão é o seguinte: “joga bola, jogador. Nadgol é matador”. O atleta chega para disputar uma vaga no setor mais concorrido. Wilson e Ciro, ambos com o carinho da torcida já conquistado, também disputam as vagas do ataque rubro-negro.

O Leão trouxe ainda o zagueiro Montoya, os laterais Júlio César, André Luiz e Eduardo Ratinho, os meias Ricardinho e Eduardo Ramos, além do jovem atacante Dairo, que vem como promessa após uma boa campanha no Guarani/SP.

sexta 05 fevereiro 2010 20:51 , em SPORT RECIFE


Lições de um empate frustrante


# GFO INICIO TEXTO GFO #--> Dizem que a vitória esconde os erros. Só assim para os rubro-negros enxergarem algo positivo no empate frustrante de ontem com o Vera Cruz, na Ilha do Retiro. Placar de 1 x 1 que refletiu os excedentes erros de finalização do ataque leonino, em especial de Wilson. Durante os mais de noventa minutos, o Sport finalizou mais de 15 vezes. A maioria para fora - dois chutes saíram pela lateral do campo! -, outras defendidas pelo goleiro adversário. Desempenho que custou dois pontos.


Wilson não teve a mesma eficiência dos outros jogos Foto: Edvaldo Rodrigues/DP/D.A/Press

Os erros não custaram a liderança da competição, mas permitiram ao Náutico se aproximar e ficar a um ponto apenas. Há duas rodadas, o rival estava cinco pontos atrás do Leão. O prejuízo só não foi maior porque a Cabense, que começou a rodada na vice-liderança, perdeu no sábado para o Central, ontem o Santa Cruz caiu diante do Porto e o Salgueiro sucumbiu diante do Sete de Setembro. Para eles, a vantagem aumentou em um ponto.

A lição começou cedo, antes mesmo do Sport abrir o placar. O Vera Cruz entrou em campo derrotado. Por sorte, encontrou um Sport que entrou em campo sem a ambição da goleada, satisfeito com a vitória por qualquer placar. A tranquilidade irritava a torcida. Era fácil chegar à área adversária e finalizar. O gol saiu aos 12 minutos, mas já poderia ter ocorrido aos dois, três ou sete. Assim como o segundo poderia ter acontecido aos 24, 26, 27, 34,35, 39, 42, 43 ou 46.

A maioria das chances foi desperdiçada por Wilson, artilheiro rubro-negro no Estadual. Vale uma ressalva: o atacante não foi fominha em nenhum momento. Pelo menos não transpareceu estar preocupado com a disputa da artilharia. Até porque, estivesse, teria mais determinação, mais volúpia em balançar as redes. Foram finalizações descompromissadas com o gol, em especial o cabeceio aos 26 minutos.

De tanto perder chances no primeiro tempo, o time desistiu. É notório que o Vera Cruz voltou mais organizado no segundo tempo, mas qualquer melhora adversária era insuficiente para ameaçar o Sport. O Leão sofreu o empate porque permitiu, continuou errando nas finalizações e abriu precedente para a "sorte" aparecer. Ela mostrou a sua face aos 26 minutos. O gol do Vera Cruz não surgiu numa jogada bem trabalhada, mas circunstancial, e na qual a defesa parecia acreditar em sua autosuficiência.

A lição ficou completa nos pouco mais de 20 minutos de desespero que o Sport tentou, sem sucesso, reconquistar a vantagem no placar. Agora, o Sport vai, no jogo contra o Santa Cruz, mostrar se aprendeu ou não. Vale o aviso: em clássicos, os erros são imperdoáveis.

Sport - 1

Saulo; Igor, César (Juninho) e Montoya (Elias); Júlio César, Zé Antônio, Eduardo Ramos, Ricardinho (Nádson) e Dutra; Ciro e Wilson. Técnico: Givanildo Oliveira

Vera Cruz - 1

Gideão (Léo); Ricardo, Joécio, Negrete e Everton; Fábio, Rodrigo (Demir), Misael e Alcimar; Cláudio (Vassoura) e Gilberto. Técnico: Peu Santos

Local: Ilha do Retiro. Árbitro: Gleydson Leite. Assistentes: Alcides Lira e Marcelo Neves. Gols: Ciro (S); Everton (VC). Cartões amarelos: Everton e Rodrigo (VC). Cartão vermelho: Everton (VC). Público: 16.757. Renda: R$ 69.260,00.

Minuto a minuto

1º tempo

2 min - Ciro toca para Dutra, que chuta para fora.
3 min - Wilson arrisca de fora da área, fraco e sem direção.
7 min - Ciro recebe e corta o zagueiro. A bola sobra na frente de Wilson, que chuta forte, mas é travado por Negrete.
12 min - Zé Antônio faz boa jogada e toca para Wilson, que divide com um adversário na quina da área. A bola sobra para Ciro, que domina e chuta de virada. Sport 1 x 0.
13 min - Alcimar toca para Gilberto, que chuta para fora.
23 min - Ciro ganha a bola no meio-campo e toca para Eduardo Ramos. O meia lança Wilson, que chuta errado. A bola sai pela lateral do campo.
24 min - Gilberto chuta da intermediária. Saulo defende com facilidade.
26 min - Zé Antônio toca para Dutra. O lateral cruza com precisão para Wilson. Livre de marcação, o atacante finaliza de cabeça, para fora.
27 min - Dutra toca para Ricardinho, que chuta cruzado. Gideão defende.
35 min - Mais uma dobradinha de Zé Antônio e Dutra. O lateral chuta e a bola sai pela lateral do campo.
39 min - Eduardo Ramos roubaa bola e toca para Wilson. O atacante arrisca da entrada da área, para fora.
42 min - Ricardinho toca para Ciro, que devolve de calcanhar. O meia chuta forte em cima do goleiro.
46 min - Eduardo Ramos chuta da intermediária. Gideão defende e Júlio César chuta o rebote por cima do gol.

2º tempo

5 min - Gilberto chuta e é travado por Eduardo Ramos.
13 min - Dutra toca para Ricardinho, que cruza. Misael corta.
16 min - Escanteio para o Sport. César finaliza de cabeça, para fora.
23 min - Eduardo Ramos faz bom lançamento para Ciro. O goleiro Léo intercepta, mas sai da área com a bola nas mãos. Falta para o Sport. Ricardinho cobra mal e a defesa corta.
26 min - Alcimar é lançado cara a cara com Saulo. O goleiro do Sport consegue desviar. Na sequência, César afasta, mas Everton aproveita o rebote e chuta. A bola desvia em Elias, no gramado e entra. Sport 1 x 1 Vera Cruz.
28 min - Eduardo Ramos chuta da intermediária, a bola desvia na defesa e toca na trave.
31 min - Tentativa de Igor, Léo defende.
35 min - No único cruzamento certo de Júlio César, Wilson tenta mais uma vez de cabeça. Léo defende.
36 min - Alcimar arrisca de longe, a bola sai.
46 min - Ciro cobra escanteio. Juninho toca de cabeça e Léo salva o Vera Cruz mais uma vez.

Atuações

Sport

Saulo - Uma boa estreia do goleiro rubro-negro. Passou segurança para a defesa e não teve culpa no gol. Aliás, realizou uma grande defesa no lance anterior. 7
Igor - Assim como os outros dois zagueiros, não teve muito trabalho no primeiro tempo. Atuou com tranquilidade e só se arriscou no ataque no final da partida. 6,5
César - Errou quando quis fazer o que não é sua função. Subiu de forma demasiada ao ataque. Ajudou em algumas vezes, atrapalhou em outras. 6
(Juninho - Entrou no clima de desespero dos minutos finais e nada criou além da finalização de cabeça após escanteio cobrado por Ciro. 5)
Montoya - Atuação insegura do zagueiro, que só não comprometeu pela "timidez" dos atacantes do Vera Cruz no primeiro tempo. 4,5
(Elias - Entrou perdido taticamente, ficando mais no meio-campo. Tentou auxiliar o ataque, mas acabou atrapalhando. Com a saída de César, "encaixou" melhor no time. 4,5)
Júlio César - O lateral-direito acertou quando não estava com a bola. Se posicionou bem, mas errou praticamente todosos cruzamentos e passes no ataque. 4
Zé Antônio - O melhor jogador do meio-campo rubro-negro. Cobriu todos os espaços vazios do sistema defensivo do Sport. Com bons passes e lançamentos, auxiliou o sistema ofensivo. 8
Eduardo Ramos - Bem nas antecipações, o meia participou efetivamente da criação das jogadas do Sport. 7,5
Ricardinho - Mais uma atuação apagada, com intervenções esporádicas. Ao invés de cadenciar o ritmo do meio-campo do Sport, deixou-o lento em alguns momentos. 5
(Nádson - Passou 15 minutos em campo e nada fez de produtivo. 4)
Dutra - Jogou num ritmo abaixo do comum, mas não comprometeu. 5
Ciro - Fez o gol rubro-negro e participou de outras boas jogadas do ataque do Sport. Foi um dos poucos que terminou com fôlego a partida. 8
Wilson - Bastante voluntarioso. Porém, desperdiçou todas as chances que teve, e não foram poucas. 5

Givanildo Oliveira

Quando substituiu Montoya, aos 13 do primeiro tempo, poderia ter colocado em seu lugar um volante ou meia. No momento, o time precisava melhorar a ocupação do meio-campo. Optou por Elias, que passou a atuar na mesma linha dos volantes. Só voltou a intervir na equipe quando o placar estava empatado e, mais uma vez, insistiu em Nádson. 6

Vera Cruz

O time comandado por Peu Santos entrou em campo com medo do Sport e foi presa fácil no primeiro tempo. Na etapa complementar, contou com a ajuda da apatia do Sport para equilibrar a partida e empatar. Após marcar o gol, o time tratou de segurar o placar abusando do antijogo. Destaque para o goleiro Léo, que substituiu Gideão, machucado, e salvou o time em pelo menos duas oportundidades. # GFO FIM TEXTO GFO #-->

segunda 01 fevereiro 2010 11:42 , em SPORT RECIFE


Sport bate o Porto e mantém liderança

Apesar do gol sofrido no primeiro minuto de jogo, Leão vira e faz 3 a 1 no Gavião, dentro da Ilha do Retiro

Da Redação do pe360graus.com

Aldo Carneiro

Foto: Aldo Carneiro

quinta 21 janeiro 2010 12:48 , em SPORT RECIFE


Depois de oito meses se recuperando Daniel Paulista, está de volta

Reprodução / TV Globo

 

quinta 07 janeiro 2010 14:28 , em SPORT RECIFE


Sport vai processar imprensa que der hexacampeonato ao Flamengo

 



Sport vai processar imprensa que der hexacampeonato ao Flamengo

Agora Esportes

 

Recife, PE – Acabou a paciência da diretoria do Sport Recife. Se não conseguem por bem fazer com que reconheçam o que lhe é de direito, o clube decidiu processar todos os meios de comunicação que nomearem o título conquistado pelo Flamengo no último domingo (06) como hexacampeonato.

 

22 anos depois da polêmica ocorrida, a taça erguida pela equipe pernambucana é reconhecida pela Confederação Brasileira de Futebol. O mais intrigante é que o reconhecimento acontece “apenas” por parte da entidade maior do futebol brasileiro.

 

Tudo por causa do mais confuso Campeonato organizado pela CBF. Em 1987, o Sport sagrou-se Campeão nos moldes da Confederação, mas o Clube dos 13, que organizava uma competição devido ao momentâneo afastamento da CBF, tem o Flamengo como detentor do título daquele ano.

 

Segundo a Confederação Brasileira, o Flamengo terminou aquele ano como terceiro colocado. Como o que vale é o que diz a CBF, o departamento jurídico do rubro negro recifense decidiu agir.

 

Em entrevista à edição desta terça-feira (08) do Diário de Pernambuco, o vice-presidente Jurídico do Sport, Eduardo Carvalho, falou que irá tomar as medidas cabíveis para que tudo seja resolvido de uma vez por todas.

 

"Não podemos sair processando todo mundo. Não tenho como ingressar contra uma opinião pessoal ou um ponto de vista. Isso é uma coisa. A outra é um veículo dar ares de verdade ao que não existiu. Estamos atentos a isso. O que justifica, por exemplo, a Rede Globo afirmar, sem nenhum senão, que o Flamengo é hexacampeão?"

 

Assim, as brincadeiras entre os rubro negros poderão continuar, mas o time carioca deverá sempre ser nomeado em emissoras de TV e rádio, jornais, revistas e sites como pentacampeão.

 

Relembrando a história

Em 1987, a CBF, em crise financeira, anunciou que não realizaria o Campeonato Brasileiro daquele ano. Com isso, os treze principais clubes do futebol brasileiro na época (Vasco da Gama, Corinthians, São Paulo, Palmeiras, Flamengo, Santos, Fluminense, Botafogo, Atlético Mineiro, Cruzeiro, Internacional, Grêmio e Bahia) decidiram fundar uma associação denominada Clube dos 13. Reunidos na nova associação, apesar das ameaças de desfiliação por parte da CBF, com o respaldo da FIFA, agregaram um novo elemento ao mundo do futebol brasileiro, ou pelo menos inédito: o projeto de marketing. Patrocinados pela Coca-Cola, Varig e Rede Globo de Televisão, organizaram a Copa União, que representaria o Campeonato Brasileiro daquele ano.

 

A criação da Copa União surgiu após uma conciliação entre a CBF e o Clube dos 13, já que uma desobediência à entidade poderia provocar reações da FIFA. Depois de já ter iniciado a Copa União, a CBF resolveu organizar um outro módulo do Campeonato Brasileiro e alterar o regulamento da Copa União que já estava em vigor. O novo campeonato foi dividido em quatro Módulos, sendo o Módulo Verde - composto pelos 13 integrantes do Clube dos 13, que já estavam em disputa na Copa União, além de Goiás, Santa Cruz e Coritiba, deixando de fora o Guarani, vice-campeão do ano anterior e o América-RJ, 4º colocado - considerado como primeira divisão juntamente com o Módulo Amarelo. A CBF organizou ainda outros dois módulos: azul e branco, que classificavam 12 equipes para a segunda divisão de 1988.

 

Como forma de conciliar os interesses do Clube dos 13 com os da CBF a CBF colocou no regulamento do campeonato, que os campeões e vice dos módulos verde e amarelo se enfrentassem em um quadrangular final, de onde sairiam os representantes brasileiros na Taça Libertadores da América. Porém, os representantes do Clube dos 13 jamais concordaram em modificar o regulamento.

 

De acordo com a nova proposta de regulamento a CBF definia que o campeão e vice do Módulo Verde deveriam enfrentar em um quadrangular decisivo o campeão e vice do Módulo Amarelo que por fim decidiria o campeão do torneio daquele ano. No entanto, os finalistas do Módulo Amarelo Sport e Guarani após uma prorrogação empataram nos pênaltis em 11 x 11 e dividiram o título em um acordo.

 

Em dezembro de 1987, após a confirmação dos quatro times finalistas em cada módulo (Flamengo, Internacional, Sport e Guarani), a CBF anunciou a tabela deste quadrangular, que seria disputado em turno e returno. Alegando que o regulamento foi alterado à revelia do Clube dos 13, Flamengo e Internacional se recusaram a disputar com o apoio do então presidente do Clube dos 13, Carlos Miguel Aidar (que presidia o São Paulo Futebol Clube na época). Com isso Sport e Guarani disputaram o quadrangular, vencendo os jogos contra Flamengo e Internacional por WO.

 

A CBF acabou declarando o Sport como Campeão Brasileiro de 1987, enquanto o Clube dos 13 fez o mesmo com o Flamengo.

 

A CBF proclamou Sport e Guarani, respectivamente campeão e vice daquele ano[1], como representantes do Brasil na Taça Libertadores da América. Tendo o caso sido levado à justiça comum, esta, em processo cuja decisão já se tornou definitiva (sem possibilidade de recurso), deu ganho de causa ao Sport Club do Recife[2] [3].

 

É possível, ainda, encontrar no site da FIFA[4] em espaço destinado ao Flamengo a confirmação de que o mesmo possui 4 títulos brasileiros, além de deter a Copa União (Módulo verde) do ano de 1987, confirmando assim os decretos da CBF.

 

Em janeiro de 1988, quando o resultado do campeonato ainda estava em litígio, o Jornal do Commercio de Recife publicou uma grande reportagem, amplamente favorável aos interesses do Sport, sugerindo inclusive que o Internacional e o Flamengo deveriam ser rebaixados para a série B, o que nunca aconteceu porque não tinha qualquer base legal e sequer foi cogitado pela CBF ou por qualquer outro órgão de imprensa.

 

No ano seguinte, a CBF se retoma a responsabilidade de organizar o Campeonato Brasileiro com os principais clubes do país novamente o chamando de Copa União, mantendo assim, o mesmo nome da competição que foi realizada pelo Clube dos 13.

quarta 09 dezembro 2009 19:53 , em SPORT RECIFE


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